Identificação e Caracterização de Ameaças Naturais
O primeiro passo para gerenciar um risco é conhecer as ameaças que podem afetar uma infraestrutura ou um território. Realizamos estudos de identificação e caracterização de ameaças naturais com base em informações históricas, dados instrumentais, cartografia, modelos digitais do terreno, informações geológicas e hidrológicas e estudos anteriores, analisando a frequência, a intensidade, a extensão, a duração e os possíveis cenários de cada ameaça. Dependendo das características do projeto, podemos considerar ameaças como:
- Inundações fluviais e pluviais.
- Enxurradas e cheias extraordinárias.
- Terremotos e ameaça sísmica.
- Movimentos de massa e processos de instabilidade de encostas.
- Erosão e processos de degradação do terreno.
- Fenômenos meteorológicos extremos.
- Secas.
- Incêndios florestais.
- Ameaças naturais combinadas ou cenários de múltiplas ameaças.
O resultado é uma caracterização das ameaças relevantes para o projeto, que constitui a base para as etapas posteriores de avaliação do risco.
Estudos de Inundação – Ameaça de Inundação
Caracterizamos as condições de inundação em diferentes escalas—infraestrutura, bacia hidrográfica e município—tanto para as condições atuais de ameaça quanto para as futuras, considerando os efeitos das mudanças climáticas e a possível implementação de obras de mitigação no sistema hidráulico analisado. Para isso, a iVantise desenvolve modelos hidráulicos bidimensionais devidamente calibrados que reproduzem o comportamento físico do sistema, simulando diversos cenários hidráulicos para uma ampla variedade de condições hidrológicas, em uma faixa adequada de períodos de retorno. A análise dos resultados, que incluem, entre outros, a extensão das áreas inundáveis, as profundidades e as velocidades do escoamento, permite obter um diagnóstico detalhado das condições de inundação, gerando mapas de inundação e de ameaça para a área de estudo.
Esses estudos podem incluir:
- Análise hidrológica de eventos de projeto e cheias extremas.
- Modelagem hidráulica 1D e/ou 2D de cursos d’água e planícies de inundação.
- Delimitação de áreas inundáveis por período de retorno.
- Classificação dos mapas de ameaça.
- Avaliação de profundidades, velocidades e condições hidráulicas.
- Elaboração de cartografia de áreas inundáveis em ambiente SIG.
NOSSOS SERVIÇOS
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Hidrologia Superficial
Oferecemos serviços avançados de hidrologia superficial em ambientes urbanos e naturais por meio de softwares de modelagem chuva-vazão. Aplicamos metodologias reconhecidas para estimar vazões, balanços hídricos e frequências de cheias, apoiando o planejamento dos recursos hídricos, o projeto de infraestruturas e a gestão do risco de inundação.
- Análise hidrológica de eventos de projeto e cheias extremas.
- Modelagem hidráulica 1D e/ou 2D de cursos d’água e planícies de inundação.
- Delimitação de áreas inundáveis por período de retorno.
- Classificação dos mapas de ameaça.
- Avaliação de profundidades, velocidades e condições hidráulicas.
- Elaboração de cartografia de áreas inundáveis em ambiente SIG.
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Modelagem Hidráulica Fluvial
Realizamos modelagem hidráulica fluvial 1D e 2D para simular o comportamento de rios e áreas inundáveis em diferentes cenários, incluindo os de mudanças climáticas. Avaliamos níveis d’água, velocidades, extensão das inundações e impactos sobre estruturas por meio de softwares especializados, permitindo avaliar o risco com maior precisão, otimizar estruturas de proteção e infraestruturas de drenagem e elaborar mapas de ameaça.
Esses estudos podem incluir:
- Modelos hidráulicos 1D e 2D para escoamentos não permanentes.
- Simulação de cheias e cenários de projeto.
- Análise de seções transversais, níveis d’água e velocidades.
- Avaliação dos impactos de obras e intervenções.
- Geração de mapas de inundação.
- Elaboração de cartografia de áreas inundáveis em ambiente SIG.
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Manejo e Gestão de Bacias Hidrográficas
Desenvolvemos serviços de gestão integrada de bacias hidrográficas em ambientes fluviais, rurais e urbanos, considerando a bacia como unidade de planejamento diante dos processos naturais e das pressões humanas. Combinamos modelagem hidrológica e hidráulica com análise de cenários para propor medidas estruturais e não estruturais, planos de gestão do risco de inundação e estratégias de conservação e restauração ecológica.
Esses estudos podem incluir:
- Diagnóstico hidrológico e ambiental de bacias hidrográficas.
- Identificação de problemas e pressões.
- Planos de manejo e ordenamento de bacias hidrográficas.
- Propostas de medidas estruturais e não estruturais.
- Estratégias de prevenção e mitigação do risco de inundação.
Narrativa de Riscos
A narrativa de risco de desastres é uma avaliação qualitativa breve e simplificada que realizamos nas primeiras etapas de preparação de um projeto, quando as informações básicas estão disponíveis. Seu objetivo é determinar se a concepção do projeto incorpora considerações suficientes para reduzir os riscos residuais, tanto atuais quanto futuros.
A narrativa de risco traduz os resultados da análise em um relato claro e estruturado que conecta ameaças, modos de falha, exposição, vulnerabilidade e consequências. Sua finalidade é tornar o risco compreensível para todos os envolvidos—especialistas técnicos, gestores e tomadores de decisão—e facilitar uma comunicação coerente que apoie a tomada de decisões. Além disso, a narrativa de risco deve considerar se o projeto pode aumentar ou modificar as condições de risco existentes em sua área de influência, por exemplo, alterando a drenagem natural, aumentando a exposição da população ou gerando novas pressões sobre o entorno.
Para construir a narrativa de risco, desenvolvemos as seguintes tarefas:
- Revisão de estudos e relatórios existentes sobre risco de desastres e mudanças climáticas.
- Investigação das ameaças relevantes.
- Análise da exposição e da vulnerabilidade do projeto.
- Análise das considerações de projeto.
- Avaliação do risco incremental.
A narrativa deve concluir se as informações, os estudos, as análises e os projetos são adequados ao nível de risco do empreendimento e, quando pertinente, se é necessário avançar para uma avaliação completa do risco ou se é suficiente desenvolver um PGRD (Plano de Gestão do Risco de Desastres), que será revisado e atualizado progressivamente nas etapas posteriores. O PGRD deve conter medidas claras para cada etapa do ciclo de vida do projeto, além de definir os responsáveis pela implementação e execução de cada medida proposta.